terça-feira, 10 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
Quando temos que dizer adeus...
... ninguém sabe que dizer.
... ninguém sabe que pensar.
... todo o mundo fala que vai sentir falta dos outros.
... todos dizem que foi um prazer conhecer-nos.
... mas pouco se sabe dos demais depois de dizer adeus.
Nós, os alunos de Santiago de Compostela, temos que dizer Adeus aos colegas de Faro. Porquê? Porque vamos embora, as nossas aulas terminam este mês, depois dos exames. Assim que nós, desejamos-vos muita sorte no que vos falta do curso. Que tudo vos corra bem a todos.
Foi um prazer conhecer-vos.
Um abraço.
Andar Feliz em Lisboa
Menciona-se que Lisboa se deve percorrer a pé, pois podes ir de metro, autocarro, elétrico...o carro não e necessário, porém, uma das desvantagens de Lisboa é que é uma cidade incómoda para andar de automóvel.
Muitas anedotas sobre conduzir: as disputas entre automobilistas e peões, os chamados "o chico-esperto"(automobilista que se coloca à frente aproveitando o mais pequeno espaço),ou por que se deve agradecer a Deus não se andar a armar quando passa por nós um automóvel com música muito alta..
Bom, mas só para os automobilistas.
Vai uma rapidinha?
O meu colega Christian recomendou-me, e eu decidi ler este livro.
Acertadamente, é um livro que vale a pena ler. É muito divertido e as conversas escritas nele são muito reais e divertidas. Gostei muito de o ler, é sem dúvida um grande livro de comédia e de sátira bastante acertada em certos pontos.
A maioria dos textos são muito fáceis de comprender, e bastante divertidos.
Pessoalmente, eu aconselho a lerem o livro.
Acertadamente, é um livro que vale a pena ler. É muito divertido e as conversas escritas nele são muito reais e divertidas. Gostei muito de o ler, é sem dúvida um grande livro de comédia e de sátira bastante acertada em certos pontos.
A maioria dos textos são muito fáceis de comprender, e bastante divertidos.
Pessoalmente, eu aconselho a lerem o livro.
Caderneta de Cromos
Como o meu colega de escola, Alberto, leu o livro Caderneta de Cromos.
Gostei muito do livro, aprendendo alguns jogos que não conhecia. Por exemplo o Sabichão.
O Sabichão (segundo o livro) era composto por um tabuleiro com duas zonas - uma zona de perguntas o outra de respostas. Para além disto, havia ainda, dentro de cada caixa, o Sabichão ele próprio, um boneco parecido com o famoso Mago Merlin e capaz de aleijar seriamente uma criança de duas maneiras: ou com o pontiagudo bico do chapéu ou então, mais provável, com a espantosamente agressiva vareta de arame que ele tinha na mão e que era suposto que fosse parecida com um ponteiro de professor. Na verdade, e dadas as severas hipóteses que uma pessoa tinha de se aleijar com aquela vareta, fazia com que o Sabichão parecesse mais um torturador medieval, sedento de sangue.
Se não conheceis, deixo-vos uma foto do jogo.
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